Vizinho do Jefferson
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O Vj é o primeiro blog do Brasil a ser cadastrado como imprensa oficial no Congresso Nacional, indicado em 2005 como um dos melhores blogs jornalísticos em língua portuguesa do mundo pela agência de notícias alemã Deutsch Welle. Já ultrapassou 3,5 milhões de acessos.
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Quinta-feira, Junho 05, 2008
Governo do caos 6 Pelo menos 4 ministérios e umas 3 autarquias e órgãos federais participaram e deram o aval para que a maracutáia da Varig acontecesse. Todos coordenados por outro com muito poder que bancasse a aposta. Esse que bancou só poderia funcionar no Planalto, exatamente como em outros casos anteriores. Governo do caos 5 Enquanto Denise parte para o vale tudo com a Dilma, aquela que se diz ministra do turismo Marta, não é mas usa, Suplicy, dá preferência, aproveitando o inverno, aos tons mais sóbrios em suas roupas. Assim ela consegue passar desapercebida no “caos aéreo” gerada por um problema interno nas operações da quadrilha. Afinal as companhias aéreas só devem ter a ver com sua pasta na hora de se furar filas e conseguir passagens e upgrades para o marido de 5 nomes e 4 nacionalidades. Nessas horas, assim como Lula, ela não é nem petista. Relaxa e goza. Governo do caos 4 O caos aéreo ainda não foi resolvido, ou melhor, foi resolvido na acomodação e melhoria do atendimento federal às companhias aéreas que atualmente dominam o mercado brasileiro. Não é mesmo Sr. Jobin? Cpmis Qual o resultado da cpmi dos cartões corporativos mesmo? Qual é o problema das demarcações em Roraima mesmo? Qual é o problema da falência da Varig mesmo? Ah bom, pensei que o Vj só escrevia bobagens como dizem alguns poucos. Governo do caos 3 Mexendo bem nessa sopa desandada, é possível perceber que a inapetência administrativa do governo Lula do pT é inversamente proporcional à fome de realização de falcatruas que possuem. É mais um escândalo que vem a tona. Culpar quem dessa vez? A “Dna. Zelite”? Lembre-se que Dna. Dilma passeava no iate do Zuleido. Lembre-se que Dna. Dilma tem um passado de envolvimentos muito piores do que uma simples intermediação de negociata. Experiência e talento não lhe faltam para sair ilesa de mais essa. Governo do caos 2 Que a charuteira não está sozinha nessa denúncia que envolve diretamente aquele engodo que ocupa a cadeira da presidência da República e sua atual principal assessora também ficou claro hoje com a declaração dos esfomeados sócios. Governo do caos Que o governo Lula do pT, nunca se esqueçam disso, o governo Lula é o governo do pT, ajudou a lesar os milhares de funcionários da Varig com a pressão que fez para que a companhia quebrasse e fosse repassada a um “grupo” que nem sabe de onde veio e para onde foi, sem tradição aérea, isso já foi relatado aqui no Vj na época. O passo a passo foi descrito com todas suas nuances perceptíveis. Sul da ilha Esse papo do ciclone foi uma bola fora da metereologia, como toda imprensa bebe na mesma fonte, todos caíram. O engraçado é que nos sites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Inpe, nada acusava o tal ciclone fantasma. Observando as cartas sinóticas de alta e baixa altitude, nenhuma anomalia no tempo estava evidente, a não ser tempestades localizadas. Terça-feira, Junho 03, 2008
Cores Dólares também são verdes e reais tem a fauna e flora. pV Falando em partidinho Verde, a bancada Verde continua dando total apoio ao governo Lula, mesmo com as nucleares, com o desmatamento e et cetera. Vou falar o que sobre isso? Parece que eles nunca leram o estatuto do partido, os deputados Verdes (?) da atual bancada com certeza não leram porque se tivesse lido não apoiariam essa política nada sustentável desse desgoverno. Minc Minc engana que eu gosto. A Amazônia está sendo devastada a passos largos, e o governo brasileiro continua com sua retórica ilusionista. Agora o beijoqueiro do Planalto terá que provar se é mesmo o que sempre disse que era ou é só mais um engodo tradicional majoritário, apesar dele ter nascido no pV. Nos últimos nove meses o desmatamento aumentou 15% em relação à contabilidade do ano anterior. E nesse tempo todo o playboy do coletinho bordado era assessor da Marina Silva no mesmo “mistério” que ele chefia atualmente. Fugiu da raia 3 A solução para fome mundial talvez esteja na própria África, basta países, e aí me refiro aos governos e empresários, como Brasil, Índia, China e outros, começarem a enxergar a frente e expandirem suas fronteiras agrícolas plantando em terras estrangeiras. Países europeus sabem que não tem vocação agrícola de larga escala. Tenho notícias de empresários brasileiros ligados, muito ligados, diga-se de passagem, ao governo Lula do pT que já estão investindo em Angola. Brasileiros também plantam e criam gado na Bolívia, Paraguai e Uruguai há tempos, por exemplo. No final não haverá subsídio que concorrerá com a oferta. A lei de mercado é o melhor caminho. Fugiu da raia 2 Apontar os subsídios agrícolas dos países ricos como principal agente causador da fome no mundo foi além de demonstrar a ignorância do autor daquela peça vergonhosa, mostra que o atual governo brasileiro não está nem aí para o problema. Caso se preocupasse realmente, ao invés de atacar um caso específico das relações comerciais do Brasil com os Europeus e Americanos, teria direcionado o conteúdo do seu discurso para a busca de soluções práticas para o problema da escassez de alimento no mundo. Fugiu da raia Para não ter que explicar o que havia dito minutos antes em seu discurso na reunião da FAO, em Roma, o presidente da República Federativa do Brasil cancelou a entrevista coletiva que iria conceder à imprensa internacional. Na realidade ele não entendeu nada do que leu, por que caso isso tivesse acontecido ele não teria a cara de pau de falar tamanha bobagem. Sul da ilha E nada de ciclone no leste catarinense. Uma garoa forte que vai e volta, é só até o momento. Talvez isso seja a famosa calmaria que antecede as tempestades. Amanhã é o dia da tormenta. Segunda-feira, Junho 02, 2008
Perguntar não ofende Se a União está arrecadando como nunca, se a dívida externa está paga conforme Lula diz e muitos acreditam, se as contas públicas estão equilibradas e et cetera, et cetera, por que o congresso do governo quer criar ainda mais impostos? Para onde está indo o dinheiro? Com certeza para essa pergunta a mentira terá que ser nova, ou não. Tudo pelo social, quer dizer, para a sociedade majoritária da quadrilha. Esquecido Sul da ilha O Vj está fora de forma, mas ainda está em tempo. Nublado e com temperaturas baixas, um ciclone extratropical está se formando no oeste do estado. Mais um, só que dessa vez se forma em terra. Brasil O pior é que o custo do atraso conseqüente dessa administração retórica nós vamos arcar lá na frente, e aí já teremos perdido riquezas e oportunidades. A Raposa da Serra do Sol já está indo embora, outras partes já foram e mais irão em breve também. Comunicação É por essas e por outras que a quadrilha, cada vez maior, vive das mentiras do Chefe dos chefes e só. O PAC é o engodo da vez, o governo federal até possui a verba que promete, como peça de equilíbrio das contas públicas, e sabe que pode dizer que vai investir. Acontece que esses bilhões prometidos só serão aplicados se houver a contrapartida dos estados e municípios em obras que terão o conceito de “federais”. Então, viaja-se pelo país fazendo discursos para platéias que não lotam 3 onibus só para ser matéria do jN diariamente como grande estadista. Em 6 meses, o governo não investiu nem 3 % do que propaga, e nem investirá muito, só o necessário e normal. Publicidade 3 Como o Vj é safo em governo Lula do pT e ações advindas do Foro de São Paulo, o resultado matemático fica fácil. Restringe-se cada vez mais a veiculação de campanhas de grandes anunciantes tornando os veículos de comunicação cada vez mais dependentes das verbas do governo federal para sobreviverem, a partir daí o jogo começa a ficar ainda mais bacana para o próprio governo, uma vez que, como já acontece com o principal canal de tv do Brasil, compromete-se o conteúdo de seus produtos em troca de verbas federais que financiem a expansão e preservem o domínio de mercado. O resto é conversa mole, porque quem faz a notícia acontecer fica dependente dessa própria verba. Publicidade 2 Neste 4º congresso se discutirá principalmente a pressão que o governo está fazendo para restringir cada vez mais a veiculação de anúncios de diversos produtos, entre eles a cerveja, que já tem suas próprias restrições impostas pelo próprio Conar. A classe está de olho aberto para a situação, classificando o ato como censura à comunicação. No púlpito estarão nomes como Koff Annan, nobel da Paz e Judith Miller, ganhadora do Pulitzer. O tema de ambos será sobre “os limites da liberdade”. Tema que Judith deve entender bem uma vez que ficou 85 dias presa no Império por se recusar a revelar suas fontes. Publicidade A publicidade brasileira voltará a se reunir em julho próximo depois de 30 anos. O último congresso nacional em que se discutiu o meio aconteceu em 1978 e teve como um dos resultados a criação do Conar, Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária. Naquele ano os publicitários perceberam o erro de se criar uma entidade específica que regulamentasse a profissão, assim como outras profissões. Domingo, Junho 01, 2008
Teoria da comunicação 4 Compreendeu como é e como funciona então? O resto é informação que se repete, quem vai aos leões? Só quem os abaixo citados querem, e estes por sua vez são controlados por outros. Newsmaking Aperfeiçoando as investigações do Gatekeeper, o Newsmaking investiga com mais detalhes a cultura de trabalho dos profissionais de mídia. Estudam assim o processo de industrialização das informações fornecidas pela realidade, processo este utilizado pelos profissionais da mídia para avaliar o valor de uma informação como notícia. Gatekeeper Os estudos sobre os gatekeepers (“guardiões do portão”) analisam o comportamento dos profissionais da comunicação, de forma a investigar que critérios são utilizados para se divulgar ou não uma notícia. Isso porque estes profissionais atuariam como guardiões que permitem ou não que a informação “passe pelo portão”, ou melhor, seja veiculada na mídia. Os estudos concluem que a decisão depende principalmente dos acertos e pareceres entre os profissionais, que estão subordinados a uma cultura de trabalho que não raro exclui o contato com o público. Teoria da comunicação 3 Segunda Fase Agenda Setting A hipótese do Agenda Setting estuda o poder de agenda dos meios de comunicação, ou seja, a capacidade que estes possuem para deixar um determinado assunto em evidência. Para isso, investiga a importância da mídia como mediadora entre o indivíduo e uma realidade da qual se encontra distante. O Agenda Setting é referido como uma “hipótese” devido às dificuldades metodológicas impostas por suas premissas e conclusões. Não existem métodos investigativos que comprovem suas conclusões com eficácia ou eficiência. Teoria Culturológica A Teoria Culturológica parte de uma crítica à Teoria Crítica e desenvolve assim um pressuposto diferente das demais teorias. No lugar de pesquisar os efeitos ou as funções da mídia, procura definir a natureza da cultura das sociedades contemporâneas. Conclui assim que a cultura de massa não é autônoma, como pretende as demais teorias, mas parte integrante da cultura nacional, religiosa ou humanística. Ou seja, a cultura de massa não impõe a padronização dos símbolos, mas utiliza a padronização desenvolvida espontaneamente pelo imaginário popular. A cultura de massa atende assim a uma demanda dupla. Por um lado, cumpre a padronização industrial exigida pela produção artística. Por outro, corresponde à exigência por individualização por parte do espectador. É o que se define como sincretismo. Os produtos da mídia transitam entre o real e o imaginário, criando fantasias a partir de fatos reais e transmitindo fatos reais com formato de fantasia. Teoria Crítica Inaugurada pela Escola de Frankfurt, a Teoria Crítica parte do pressuposto das teorias marxistas e investigam a produção midiática como típico produto da era capitalista. Desvendam assim a natureza industrial das informações contidas em obras como filmes e músicas: temas, símbolos e formatos são obtidos a partir de mecanismos de repetição e produção em massa, que tornam a arte adequada para produção e consumo em larga escala. Assim, a mídia padroniza a arte como faria a um produto industrial qualquer. É o que foi denominado indústria cultural. Nesta, o aspecto artístico contemplativo da obra é perdido. O imaginário popular é reduzido a clichês. O indivíduo consome os produtos de mídia passivamente. O esforço de refletir e pensar sobre a obra é dispensado: a obra “pensaria” pelo indivíduo. Teoria Funcionalista A Teoria Funcionalista estuda as funções exercidas pela mídia na sociedade, e não os seus efeitos. Em lugar de pesquisar o mero comportamento do indivíduo, estuda-se a sua ação social enquanto consumidor de valores e modelos que se adquire comunitariamente. Seus métodos de pesquisa distanciam-se dos métodos da teoria Hipodérmica, Empírico-Experimental e de Efeitos Limitados por não estudar a mídia em casos excepcionais, como campanhas políticas, mas em situações corriqueiras e cotidianas. Abordagem Empírica de Campo (“Efeitos Limitados”) 2 Dessa forma, a Abordagem Empírica de Campo abandona a relação direta de causa e efeito entre a mensagem e o comportamento do indivíduo. Antes, enfatiza a influência indireta que a mídia exerce sobre o público tal como faria qualquer outra força social (igreja, família, partido político, etc. – daí o termo “efeitos limitados”). O alcance das mensagens midiáticas depende do contexto social na qual estão inseridas, ficando sujeitos aos demais processos comunicativos que se encontram presentes na vida social. Neste caso, os filtros individuais pelos quais são filtradas as mensagens seriam de origem muito mais social do que psicológica. Abordagem Empírica de Campo (“Efeitos Limitados”) A Abordagem Empírica de Campo baseia suas pesquisas na sociologia, concluindo que a mídia cumpre papel limitado no jogo de influência das relações comunitárias. Em outras palavras, a mídia é apenas mais um instrumento de persuasão na vida social, uma vez que é apenas parte desta. Teoria Empírico-Experimental 2 Em relação à audiência, o indivíduo ficará interessado pelos assuntos aos quais estiver mais exposto; além disso, tenderá a consumir as informações com as quais esteja de acordo. Em algumas ocasiões, o indivíduo até mesmo distorcerá o conteúdo das mensagens recebidas, de forma a adequá-las à sua forma de entender a questão. Em relação à mensagem, o indivíduo a consumirá de acordo com o grau de prestígio e de confiança que depositar naquele que a transmite (o comunicador). Contam também a maneira como os argumentos são distribuídos; se todos ou apenas parte dos argumentos estão presentes; a exposição implícita ou explícita das intenções da mensagem; e o grau de envolvimento do indivíduo com o assunto. Teoria Empírico-Experimental Diferente da abordagem hipodérmica, a Teoria Empírico-Experimental afirma que a mensagem da mídia não é prontamente assimilada pelo indivíduo, sendo submetida a vários filtros psicológicos individuais. Portanto, os efeitos da mídia não seriam de manipulação, mas de persuasão. O modelo comunicativo desta teoria é bastante semelhante ao behaviorista – porém, acrescido de processos psicológicos que determinam a resposta. Tais processos psicológicos são relativos à audiência e à mensagem. Teoria Hipodérmica 2 O conceito de “massa” é fundamental para se compreender a abordagem da teoria hipodérmica. Segundo os estudiosos desta corrente, a massa seria um conjunto de indivíduos isolados de suas referências sociais, agindo egoisticamente em nome de sua própria satisfação. Uma vez perdido na massa, a única referência que um indivíduo possui da realidade são as mensagens dos meios de comunicação. Dessa forma, a mensagem não encontra resistências por parte do indivíduo, que as assimila e se deixa manipular de forma passiva. Modelo de Lasswell: O cientista político Harold Lasswell desenvolveu um modelo comunicativo que, embora baseado na teoria hipodérmica, contribuiria posteriormente para a sua superação. Para Lasswell, compreender o alcance e efeito das mensagens transmitidas pela mídia requer responder às seguintes questões: Quem? Diz o quê? Em que canal? Para quem? Com que efeito? Teoria da comunicação 2 Primeira fase: Teoria Hipodérmica A teoria hipodérmica estudou o fenômeno da mídia a partir de premissas behavioristas. Seu modelo comunicativo é baseado no conceito de “estímulo / resposta”: quando há um estímulo (uma mensagem da mídia), esta adentraria o indivíduo sem encontrar resistências, da mesma forma que uma agulha hipodérmica penetra a camada cutânea e se introduz sem dificuldades no corpo de uma pessoa. Daí o porquê de esta teoria também ser conhecida como “Teoria da Bala Mágica”, pois a mensagem da mídia conseguiria o mesmo efeito “hipodérmico” de uma bala disparada por uma arma de fogo. Teoria da comunicação São estudos acadêmicos que pesquisam os efeitos, origens e funcionamento do fenômeno da Comunicação Social em seus aspectos tecnológicos, sociais, econômicos, políticos e cognitivos. Englobam psicologia, filosofia e sociologia, dependendo do tipo de abordagem e dos objetivos da pesquisa. Os estudos em Comunicação Social começaram com a crescente popularização das tecnologias midiáticas e seu uso durante as experiências totalitárias da Europa. Em sua primeira fase, concentraram suas atenções sobre as mensagens da mídia e seu efeito sobre os indivíduos; na segunda, enfatizaram o processo de seleção, produção e divulgação das informações através da mídia. Vizinho do jefferson 7 Acho interessante fazer um paralelo do que se lerá a seguir com a sua própria análise do conteúdo político dos programas de televisão (mídia de massa), sejam eles jornalísticos ou de entretenimento. Vamos logo nessa que já passou da hora. Vizinho do jefferson 6 Então fica assim, não vou parar de escrever, pelo contrário. Não sei qual será o conteúdo que virá, mas você é sempre convidado. A seguir virão uns posts sobre teoria de comunicação que extraí diretamente da Wikipédia (ctrl c + ctrl v), acho interessante como forma de finalizar mais essa etapa do Vj e iniciar uma nova. Vizinho do jefferson 5 Não sou candidato a nada, não se preocupem. Uma vez já foi o suficiente para perceber que ali não é lugar para gente como eu, aliás, uma amiga jornalista que me conhece bem havia dito isso há 3 anos atrás. Não por ser mais isso ou aquilo, mas pelo ideal que acaba gerando uma certa inocência em acreditar que o “amor” constrói na política. É isso, amor ao país, a sua própria cultura e povo. Coisa que por incrível que pareça, entre 594 parlamentares mais, ministros, secretários, governadores e toda sorte de tipos que essa classe de gente possui, eu só vi essa qualidade em uma pessoa apenas, na Heloisa Helena, sem demagogia ou outra coisa qualquer. Veículos de comunicação insistem em derrubar a imagem dela constantemente, mas quem tem a sorte de se aproximar dela vê que ela não é nada daquilo que se observa no jornal das oito. Vizinho do jefferson 4 Não tem aquele ditado popular – “Falem mal, mas falem de mim”! Pois é, resolvi não participar desse esquema mais. Esse papel acho que de certa forma foi bem cumprido aqui, pois tudo o que vejo atualmente é o mesmo, as vezes até com os mesmos personagens. Resisto no PV ainda, pela simples pressão dos amigos que me pedem para não virar as costas para o partido nessa hora ingrata pela qual passamos. Minha frase interna é a de que o PV brasileiro apodreceu, infelizmente. Os frutos podres estão matando o pouco que resta de bons. Nem vou comentar o que vejo no meu estado porque hoje em dia sinto vergonha de ter me aproximado desse grupo. Não aconselho. Vizinho do jefferson 3 A manipulação se dá em favorecimento de poucas poderosas famílias que detém, sob seus interesses, as ações do país. Controlam comunicação, política, economia e, por conseqüência, a opinião da maioria. O resto joga junto através do olhar de seus lindos e nobres olhos azuis. Não importa quem estará lá, o que importa é: “somente estará e se manterá se agir de acordo com as necessidades de seus grupos”. Todos tem tentáculos em tudo, um depende do outro e se equilibram na manipulação do poder. O resto é pose de gente pequena que se considera grande e de pequenos roedores que vez ou outra são entregues à opinião pública. Vizinho do jefferson 2 Não sei por onde anda Roberto, o meu ex-vizinho, tem muito tempo que não falo com ele, o vejo somente pela tv como todos, mas rapidamente apenas, pois mudo logo de canal, também como todos. Lula continua inaugurando placas e lançando pedras que, um dia acertarão na cabeça do povo, aí sim eles acordarão, quem sabe. Minta com convicção que a sua mentira se transformará em verdade. Hoje em dia, ver aquela repetição de situações danosas à nação praticadas por pessoas que detém o apoio da maioria dos cidadãos (nos tópicos à frente você poderá refletir sobre isso), observar a falta de amor ao país, a nossa bandeira, com seus projetos egoístas de enriquecimento próprio em detrimento ao futuro de toda uma população causa uma profunda reflexão em o que é ser brasileiro. Vizinho do jefferson Faz tempo que não apareço por aqui, confesso que nem para verificar nada. É porque essa coisa toda não muda, somente os personagens, os esquemas continuam e continuarão operantes, não importa quem sejam os protagonistas. Vão caindo em efeito dominó, uns conseguem se segurar mais e outros menos, porém sempre se renovam. Sai um José, entra uma Matilde que por sua vez será sucedida pelo Antônio (qualquer semelhança com nomes reais é mera coincidência, aqui não me refiro a um específico, mas sim a todos) assim vai a carruagem deixando um rastro de “problemas jurídicos” – a serem resolvidos “um dia” – por onde passa. Sul da ilha Sol, céu azul e um ar frio suportável. O surf está proibido na minha praia por 45 dias, período de defeso da pesca da tainha, peixe muito apreciado pela cultura local pescado de modo artesanal, depois falo sobre ela. |